Tem uns sentimentos que eu me esforço ao máximo pra não sentir. Sabe aquela coisa que você sente e sente vergonha de sentir? Não conta pra ninguém, sente calado.

Hoje eu senti um destes sentimentos. Mas ao inves de sentir vergonha, senti prazer. Muito.

Não custumo ser vingativa ou rancorosa, mas hoje…it make my day.

E eu não fui ao Hoje é Dia de Esquina ontem.

E hoje acordei atrasada.

E desci em um ponto antes para passar na farmácia, que não tinha o remédio que eu estava procurando. Voltei 2 ruas para passar em outra farmácia. Que também não tinha o bendito remédio.

Cheguei esbaforida na agência às 08h05min, achando que estava atrasada para a reunião, que só começou às 9h e não tinha nada que fosse do meu interesse para ouvir.

São 11h50min e eu já estou com meu estômago comendo um pedaço do meu fígado, na esperança de que ele há de se regenerar em breve. E eu não tenho idéia do que irei almoçar.

O dia começou lindo, não?

Fiquei bem animada quando soube através do Twitter que iria rolar um projeto similar à Virada Cultural, realizada em São Paulo. São várias atrações que se apresentam simultaneamente nas ruas da cidade, numa área próxima, gratuitamente.

No projeto baiano, batizado como Hoje é Dia de Esquina, teremos bandas importantes do cenário alternativo, como Retrofoguetes e Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta. As atrações começam às 19h nas esquinas da Avenida Manoel Dias da Silva, na Pituba ( mais precisamente, entre as ruas Bahia e a Piauí).

De primeira eu disse que não iria, já que só saio da agência às 19h, mas vou tentar dar um pulo por lá. Afinal, se a gente reclama tanto que Salvador não tem nada, não oferece nada diferente em termos de cultura e atrações…quando alguém se mobiliza e faz acontecer, se ninguém comparece, não vai pra frente nunca, né? :)

Aqui tem mais informações sobre!

Eu gosto de escrever. Bastante, eu diria.

Essa semana, conversando com Namorado, eu comentei que acho que me expresso melhor através da escrita. Dos argumentos que usei estavam: o tempo que tenho para ler, apagar e reescrever tudo. Uma vez que depois de dita, a palavra jamais volta atrás. No calor do momento, às vezes a gente diz coisas que não queria dizer e se arrepende depois, mas aí já é tarde.

Apesar de gostar bastante de escrever, tenho vergonha do que escrevo. Geralmente escrevo para mim. Cartas, contos, bilhetes, lembretes. Todos para mim.

Sim. Eu sou egoísta.

 

Eu sempre começo e largo pela metade. Nunca tenho paciência  e tempo para manter um blog. Começo sempre na empolgação e aos poucos largo de mão. Vamos ver até quando este teste (mais um!) dura.

 

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